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Carminda da Cruz Landim
Pesquisa analisa compostos relacionados à identificação e comunicação entre abelhas

Ciências Biológicas; Zoologia; Morfologia dos Grupos Recentes.

PUBLICADO EM 11.01.2012
 
Olá. Sou Carminda da Cruz Landim, professora da UNESP de Rio Claro. Faço uma pesquisa com abelhas, insetos sociais que vivem em colônias altamente organizadas compostas por uma rainha, alguns machos e muitas operárias. Cada membro da colônia realiza suas tarefas de acordo com sua idade e classe. É preciso que os diferentes indivíduos se reconheçam e se comuniquem para que a sociedade funcione com harmonia. Para isso, as abelhas têm compostos químicos na superfície do corpo que funcionam como “impressões digitais” no processo de identificação e comunicação. Na pesquisa eu busco entender a natureza química dos compostos que indicam a classe do indivíduo na colônia, assim como sua variação de acordo com as tarefas desempenhadas em diferentes fases da vida. Até o momento foi observado que os compostos cuticulares das operárias são formados principalmente por hidrocarbonetos que por não serem voláteis permitem a identificação por contato. As variações nesses compostos revelam sua fase funcional e também à qual colônia as abelhas pertencem.
Podcast produzido por Thales Schmidt
Formou-se em Historia Natural pela Universidade de São Paulo/USP, em 1958, tendo sido contratada para ministrar a disciplina Histologia no Curso de História Natural da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro em 1959. Doutorou-se pela USP em 1963. Fez a Livre Docência em 1967 e pós-doutorado na Loyola University (Chicago, USA) sempre trabalhando com morfologia de abelhas