
Conferência discute TV Digital na América Latina na abertura do II SIMTVD
Uma tecnologia cada vez mais avançada
Nem toda indústria cultural é uma indústria criativa
Aliança entre tecnologia e educação
A vida através da tela
Telejornalismo Regional Comunitário na Televisão Digital
Entre os meios tecnológicos e políticos
O uso da Tecnologia Digital
Quadrinhos além do papel: na tela do computador
A interatividade na televisão digital
Histórico
Telejornalismo Regional Comunitário na Televisão Digital
Por Augusto Junior

Novas tecnologias aliadas a maior interação do público representarão o futuro do jornalismo
O II Simpósio Internacional de Televisão Digital contou com uma oficina ministrada pelo apresentador e repórter da TV Record (Bauru), Felippe Caetano, que abordou o tema “Telejornalismo Regional Comunitário na Televisão Digital.” Os participantes da oficina – a maioria estudantes de graduação e pós-graduação da área de comunicação – tiveram a oportunidade de aprender como funciona e se desenvolve o jornalismo regional e quais as vantagens que este ganha com o surgimento da TV digital.
Essa ramificação telejornalística tem como objetivo, por meio de uma linguagem simples, mostrar os fatos que ocorrem em uma determinada comunidade e cobrar das autoridades a resolução dos problemas. “Jornalismo comunitário é o jornalista na rua, mostrando o fato como ele acontece”, definiu Caetano.
Segundo o oficineiro, com a implantação da TV digital, a comunidade passa a ter um papel mais ativo no conteúdo do telejornal, tendo a oportunidade de participar e interagir, enviando sugestões, dúvidas, vídeos ou fotos. Mas, para isso, é preciso que o jornalista conheça e saiba como usar as novas ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado.
A oficina foi marcada por perguntas e discussões levantadas pelos participantes. Para a estudante de jornalismo da UNESP e pesquisadora na área de TV digital Selma Miranda, o oficineiro está bem atualizado e acrescentou novidades. “O meu principal aprendizado foi pensar no jornalismo como forma de aproximação do público”, diz Selma.
Ao final, Felippe Caetano enfatizou que o jornalismo regional comunitário possui futuro no Brasil, e que o mesmo não deve ser encarado como assistencialista.
Boletim Jornal Jr.
