Segunda edição do SIMTVD discute Televisão Digital na América Latina

Professora Maria Cristina GobbiEvento traz pesquisadores internacionais e novidades nas apresentações para discutir o tema "Televisão digital na América Latina: avanços e perspectivas".

Telejornalismo Comunitário terá espaço no SIMTVD

Evento apresenta importantes temáticas sobre a televisão digital interativa

SIMTVD discute mudanças na formação de profissionais na era digital

Novas plataformas devem criar novas funções e alterar o modo de trabalho

Indútrias criativas tem lugar garantido nas mesas de debate

Tema será debatido por pesquisadores de diferentes estados

América Latina unida para otimizar a televisão digital interativa

Nações se unem em torno da tecnologia para escolher os melhores caminhos para a transição.

Tecnologia e desenvolvimento da TV Digital no SIMTVD

Simpósio será responsável por trazer inúmeros debates sobre a presença da TVD na América Latina.

Conferência discute TV Digital na América Latina na abertura do II SIMTVD

Uma tecnologia cada vez mais avançada

Nem toda indústria cultural é uma indústria criativa

Aliança entre tecnologia e educação

A vida através da tela

Telejornalismo Regional Comunitário na Televisão Digital

Entre os meios tecnológicos e políticos

O uso da Tecnologia Digital

Quadrinhos além do papel: na tela do computador

A interatividade na televisão digital

Histórico

SIMTVD discute mudanças na formação de profissionais na era digital

Por Jakeline Lourenço

Novas plataformas devem criar novas funções e alterar o modo de trabalho com que os profissionais estão acostumados

No dia 8 de novembro, segundo dia do II Simpósio Internacional de Televisão Digital, haverá a continuidade das atividades com oficinas, mesas e debates. Entre elas, destaque para o debate que irá discutir a formação profissional do radialista na era de convergência, com o professor Antônio Francisco Magnoni, do Lecotec da Unesp de Bauru, e sua equipe, às 19:30h.

O tema do Simpósio deste ano irá abordar a televisão digital na América Latina, mas segundo o professor, ele acaba se tornando um espaço para a discussão de outros temas que caminham paralelos à ela, como o desenvolvimento das tecnologias e a consequente mudança no modo de trabalho, nas relações sociais e na comunicação. “É preciso discutir mais amiúde os efeitos da ‘cultura digital’, do qual a TVD é apenas uma pequena parte, bastante defasada’’, afirma ele.

Devido ao desenvolvimento relativamente tardio do projeto brasileiro de televisão digital o pesquisador explica que a internet teve tempo de se consolidar como principal meio de comunicação interativo, acostumando o usuário a ter múltiplos formatos e linguagens à sua disposição para serem desfrutados de acordo com sua disponibilidade de tempo, não precisando aceitar a periodicidade típica do rádio e da televisão

De posse dessas informações, muitas empresas fabricantes de receptores digitais e televisores se voltaram para a fabricação de novos aparelhos contendo recursos como a maior capacidade de processamento e de conexão, buscando atrair os consumidores com a justificativa de que os televisores residenciais “transmutam-se” privilegiadas telas de internet. Com isso busca-se atrair entusiastas das novas tecnologias, crianças e adolescentes, acostumados com as múltiplas possibilidades oferecidas por essas tecnologias.

Todas essas inovações provocam também profundas mudanças no processo de produção de conteúdo e de recepção do público. “Cada nova tecnologia que é inserida no cotidiano organizacional e profissional irá alterar o conhecimento consolidado, poderá extinguir ou criar novas funções e exigir novos modos de trabalho nos veículos”, esclarece Antônio.

Pra quem quiser se aprofundar no tema e discutir além dessas, outras mudanças que podem ocorrer na formação profissional dos produtores de conteúdo dessa nova fase, basta acompanhar o debate e outras atividades no 2º Simpósio Internacional de Televisão Digital , de 7 a 11 de novembro, na Unesp de Bauru.